Michel Temer e as Emendas Constitucionais – A maior contribuição de Temer para a estabilidade jurídica do Brasil, também é o maior pecado dele. O Presidente Temer propiciou que a questão da democracia direta versus a democracia indireta não estivesse na pauta do dia até mesmo durante o tempo em que ele não esteve governando o Brasil. É verdade que o tema não foi objeto de análise e de discussão em razão da Intervenção Federal na Segurança Pública do Rio de Janeiro, que impediu que qualquer modificação na Constituição Federal fosse efetivada nestes últimos onze meses imediatamente anteriores ao dia 27 de dezembro de 2018. Eu acredito que esse tema seja suscitado durante o governo Jair Messias Bolsonaro, cuja posse dar-se-á às 15 horas deste 01 de Janeiro de 2019, na Câmara Federal. Pela leitura plana da CF de 1988,e é a minha opinião, de que toda e qualquer emenda constitucional, depois de promulgada, deverá ser submetida a Referendo Popular, e a emenda deve ser aprovada pelos eleitores, para ser publicada. Opinião de Luiz Afonso Barnewitz

Recado para o Sr. Alcione Giacomitti. Não te assustes caríssimo com as tramoias dos bacharéis no poder. Também eu acho que eles não podem transformar crimes comuns em crimes eleitorais. Eu entendo que o Deltan Dallangnol deve ser apoiado, pois os membros do STF, e não só eles, outros permitiram que houvessem modificações na CF88-Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, sem que o eleitor as aprovasse em Referendo. Tudo o que foi feito em matéria constitucional, e seus reflexos em leis e portarias ordinárias, então, foi criminosamente levado a cabo com a participação deles. Eu entendo que o futuro Presidente da República terá de conscientizar-se disso, antes de sair cumprindo emendas criminosamente incorporadas na Constituição Federal de 1988. Isso não tem nada a ver se eu gosto ou não gosto da Constituição de 1988. Eu sou obrigado a cumpri-la, também tu, e principalmente os juristas. Mas juristas deram uma linha de entendimento errado e criminoso para a CF88. Não somos obrigados a cumprir as leis ilegais e ilegítimas. Mas podemos ser processados por isso. Mas fica o meu protesto contra as leis feitas pelos traidores da Pátria. Dependendo do rigorismo dos agentes da República, com os traidores da República, essa gente ignóbil passará o restante da vida deles na prisão, aí em Curitiba. É o que, minimamente, eu espero para eles. Abraço. (Live de 25/11/2018, respondida dia 26/11/2018 às 01:11,  o escritor Alcione Giacomitti não é associado da AMEST, mas eu soube da manifestação do Deltan Dallagnol, pelo canal do Giacometti no You Tube).

“A chapa de Jair Messias Bolsonaro e Hamilton Mourão, quando for empossada em 01de Janeiro de 2018, encontrará um Brasil que sobrevive à duras penas, sob o ataque impatriótico dos bolivarianos globalistas contra as Instituições Brasileiras, às Forças Armadas, e à Família.

A totalidade das emendas constitucionais, feitas após a publicação da Constituição de 1988, e que foram feitas ao arrepio legal brasileiro, não valem.

Eu reafirmo o que a Constituição de 1988 diz, que a Constituição não pode ser modificada ao bel-prazer dos parlamentares, e, obviamente, que devem ser descartadas todas e quaisquer emendas constitucionais incluídas nela.

Como fará o Governo Bolsonaro-Mourão para fazer cumprir a lei maior sem cair na ilegalidade e na traição, como fizeram todos os seus antecessores.

O Governo Bolsonaro-Mourão cumprirá a Constituição de 1988?

Ou Governo Bolsonaro-Mourão cumprirá a falsa Constituição? – Aquela que foi modificada pelos fisiologistas, e que foi engembrada, sem que as propostas de emendas aprovadas pela Câmara, fossem votadas e aceitas pelos eleitores, em Referendo Popular.”